"Lutando com ferocidade para ultrapassar os obstáculos, me esforçando no meu labor irei ir de encontro a uma só vontade á de ter a verdadeira essência dos sábios".(Diario Nerd)
Em todos os meus estudos até o momento acredito que o segredo não está em códigos genéticos ou muito menos em predições de vidas passadas e sim numa forma de ver a realidade que só conseguimos pensando nada mais que pensando e tentado descobrir um porque para o conhecimento assim como o oráculo disse a Sócrates que ele era o mais inteligente da terra e ele ficou se perguntando do porque ele ser o mais inteligente chegando à conclusão de que era o mais inteligente, pois usava o conhecimento para buscar mais conhecimento tanto que ele mesmo falou “tudo que sei é que nada sei” e assim foi.
O tão criticado "tudo que sei é que nada sei", portanto, é apenas uma fórmula para que possamos nos harmonizar com o brilho dos outros, se for o caso. Caso nossa sabedoria brilhe muito a primeira vista, pode assustar afinal todos os ditos "sábios" costumam tratar aos "ignorantes" de forma um tanto grosseira. A sabedoria verdadeira está em, sendo sábio, reconhecer que não é sábio o suficiente para que possa ignorar o aprendizado possível, o aprendizado que se encontra nos diálogos, nas amizades, no convívio e no amor, para com todos os outros que nos cercam, seja sábio, sejam ignorantes, sejam apenas ignorantes que se julgam "muito sábios" - não importa, todos são possibilidades infinitas de aprendizado.
O cérebro humano tem tantos neurônios quantas estrelas há no céu. Não importa para onde olhemos: para o alto, ou para dentro, tudo é sagrado. Amar o saber, antes de qualquer coisa, é reconhecer que nunca saberemos o suficiente, que não possamos aprender algo a mais. Sócrates sabia. Sócrates não se "julgava sábio", ele o era, realmente, e não se preocupava em alardear isso aos quatro ventos.